Asteroid City
Um filme delicioso que confere uma (ana)crónica e total incongruência ao mundo e às sociedades atuais.
O deserto é o principal elemento do filme e neste qualquer narrativa, seja de que espécie e natureza for, como se costuma dizer brincando, nem está quente nem está fria.
De facto hoje, tal como na década de 1950, agora com mais tecnologia, está claro, sobretudo com a IA, inteligência artificial mas estatística, de probabilidades mais precisamente, parece continuar tudo, exceto talvez os das inteligências, a viver e a pregar no deserto, dançando alegre e narcisicamente com os teoremas da incompletude de Kurt Gödel.
No deserto é possível recuar no tempo, parar no tempo, futurar, sonhar, etc., e quem tem olho é Rei.
Como diz Edward Norton: "A luz do sol do deserto não é nem quente, nem fria."
- Obter link
- X
- Outras aplicações



Comentários
Enviar um comentário